8 de Maio de 2009

Márcia Ferreira


Márcia Ferreira, nascida a 02 de Fevereiro de 1979. Acredita ter nascido com a missão de dedicar parte da sua vida ao cuidado e bem-estar dos outros. O seu percurso tem vindo a ser traçado fielmente com base na sua forte intuição e amor pela prática do bem comum, o Bem-fazer em Prol dos seus semelhantes.
A Educação Social começou por ser a sua 1ª convicção de concretização pessoal, porém redescobriu dentro de si a verdadeira vocação de trabalhar no seu Objectivo recorrendo ao Toque… Foi então que desde 2007 tem pautado o seu percurso profissional na área das Terapias Manuais, nomeadamente, Massagem Tradicional Ayurvédica, Aromaterapia, Massagem de Relaxamento integral, Massagem de Recuperação/Terapêutica e Terapia Reiki.
Aluna do Impulsionador da Medicina Ayurvédica em Portugal, Valter Cardim, pela Associação Luso-brasileira de Ayurvédica.
Frequentou também o 2º ano de Medicina Tradicional Chinesa e Fitoterapia, pela Associação Portuguesa de Acupunctura e Disciplinas Associadas, Dirigida pelo Dr. Pedro Choy. Mais recentemente dedicou-se ao curso de Massagistas de recuperação/Técnicas auxiliares de fisioterapia, ministrado pelo Sindicato Nacional de Massagistas de Recuperação e cinesioterapeutas – SIMAC, Creditado pela secretaria do Estado do Emprego e Formação, portaria nº 782/97 de 29/8.
Perspectiva ingressar em Julho do presente ano no curso Profissional de Osteopatia Integral, leccionado pelo Instituto DE La Salud Integral Kiros S.L., Academia de Naturopatia y Técnicas Manuales.
No Clube Espaço Chi, é terapeuta nomeadamente de Massagem Tradicional Ayurvédica, Aromaterapia, Massagem de Relaxamento integral, Massagem de Recuperação/Terapêutica e Terapia Reiki.
“As Mãos
Há mãos que sustentam e mãos que abalam.
Mãos que limitam e mãos que ampliam.
Mãos que denunciam e mãos que escondem os denunciados.
Mãos que se abrem e mãos que se fecham.
Há mãos que afagam e mãos que agridem.
Mãos que ferem e mãos que cuidam das feridas.
Mãos que destroem e mãos que edificam.
Mãos que batem e mãos que recebem as pancadas por outros.
Há mãos que apontam e guiam e mãos que desciam.
Mãos que são temidas e mãos que são desejadas e queridas.
Mãos que dão com arrogância e mãos que se escondem aos dar.
Mãos que escandalizam e mãos que apagam os escândalos.
Mãos puras e mãos que carregam censuras.
Há mãos que escrevem para promover e mãos que escrevem para ferir.
Mãos que pesam e mãos que aliviam.
Mãos que operam e que curam e mãos que “amarguram”.
Há mãos que se apertam por amizade e mãos que se empurram por ódio.
Mãos furtivas que traficam destruição e mãos amigas que desviam da ruína.
Mãos finas que provam dor e mãos rudes que espalham amor.
Há mãos que se levantam pela verdade e mãos que encarnam a falsidade.
Mãos que oram e imploram e mãos que“devoram”.
Mãos de CAIM que matam.
Mãos de JACÓ que enganam.
Mãos de JUDAS que entregam.
Mas há também as mãos de Simão, que carregam a cruz,
e as mãos de Verónica, que enxugam o rosto de JESUS.

Onde está a diferença?
Não está nas mãos, mas no coração.
É na mente transformada que dirige a mão santificada, delicada.
É a mente agradecida que transforma as mãos em instrumentos de graça.
Mãos que se levantam para abençoar,
Mãos que baixam para levantar o caído,
Mãos que se estendem para amparar o cansado.
São como as mãos de Deus que criam, que guiam, que salvam; que nunca faltam.
Existem mãos... e mãos...
As tuas, quais são?
De quem são?
Para que são?”Isaac Aço

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